5 dicas para implementar um programa eficaz de gestão de riscos

Quando se fala em gestão de riscos, é preciso ter em mente que o objetivo não é necessariamente eliminá-los — até porque isso pode nem ser possível —, mas sim desenvolver estratégias que permitam sua prevenção e seu combate de maneira assertiva. O gerenciamento de riscos possibilita que a empresa assuma uma postura proativa e não simplesmente reativa ao reduzir efeitos indesejáveis e promover a melhoria contínua por meio da gestão da qualidade. Mas você por acaso saberia por onde começar? Então leia nosso artigo de hoje e se prepare:

Definir completamente o projeto

É muito importante que os planos de prevenção de riscos sejam os mais completos possíveis, garantindo a inclusão de informações sobre segurança, procedimentos, processos de treinamento, mapeamentos e análise de riscos, investigação, auditoria de acidentes e assim por diante. Se a ideia é atuar com a prevenção, o cenário deve ser construído previamente, para que posteriormente as atividades produtivas tomem seu curso normalmente.

Ter um plano de emergência

Embora a gestão de riscos trabalhe com medidas preventivas estratégicas para evitar acidentes, é crucial que haja um plano de ação de emergências, afinal, por mais que se tome os devidos cuidados, sempre pode surgir um imprevisto ou outro. Por isso, a elaboração do plano de emergência deve sim fazer parte de qualquer programa de gestão de riscos, de forma que, nas situações em que ações preventivas não obtiverem êxito, a padronização de procedimentos e recursos permita uma maior eficiência.

Fazer o mapeamento dos riscos

Esse mapeamento nada mais é que uma representação gráfica dos riscos presentes em determinado local de trabalho. Visando a prevenção máxima de acidentes, o mapa faz um diagnóstico aprofundado dos perigos de cada setor, montando ao final dessa análise um panorama da empresa como um todo. Algumas informações essenciais sempre fazem parte desse mapa, como dados sobre os trabalhadores, sobre a jornada de trabalho, os equipamentos e materiais normalmente usados, além das atividades exercidas e a visão do ambiente.

Envolver pessoas capacitadas

É preciso que as pessoas envolvidas com a implementação de um programa de gestão de riscos sejam altamente capacitadas e tenham muita expertise para garantir o melhor suporte possível nesse momento de mudança. Lembre-se de que esses profissionais deverão ser capazes de identificar ameaças, sugerir estratégias e verificar quais são os riscos aceitáveis.

Incluir o risco na gestão da qualidade

ISO 9001 já tinha como uma de suas premissas prevenir e corrigir efeitos indesejáveis atrelados a indicadores de desempenho, mas ainda era muito limitada a alguns elementos bem específicos da gestão da qualidade. Já a ISO 31000, de gestão de riscos corporativos, vem com uma formulação que estabelece os princípios, a estrutura e o processo para gerenciar riscos de maneira transparente e sistemática.

Gostou do artigo? Ficou ainda com alguma dúvida? Então deixe seu comentário aqui para dividir suas impressões conosco! E que tal aproveitar para conhecer 11 atitudes e práticas para prever e lidar com os riscos?

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